Gênesis Capítulo I

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Gênesis Capítulo: I



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1 No princípio criou Deus os céus e a terra.

2 A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.

3 Disse Deus: haja luz. E houve luz.

4 Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.

5 E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.

6 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.

7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.

8 Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo.

9 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi.

10 Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom.

11 E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi.

12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.

13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.

14 E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos;

15 e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi.

16 Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas.

17 E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra,

18 para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.

19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.

20 E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu.

21 Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.

22 Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra.

23 E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.

24 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi.

25 Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.

26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.

27 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

28 Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.

29 Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento.

30 E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi.

31 E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.


1 No princípio criou Deus os céus e a terra.




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2 A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.



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3 Disse Deus: haja luz. E houve luz.

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4 Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.


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5 E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.

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6 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.

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7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.

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8 Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo.

9 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi.

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10 Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom.

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11 E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi.

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12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.

13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.

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14 E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos;


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15 e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi.

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16 Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas.

17 E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra,


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18 para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.



19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.

20 E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu.


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21 Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.


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22 Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra.

23 E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.

24 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi.


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25 Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.

26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.


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27 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.


28 Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.

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29 Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento.


30 E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi.


31 E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.



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O primeiro capítulo da Bíblia fornece alguns detalhes a respeito de medidas vitais tomadas por Deus na preparação da Terra para o usufruto do homem. O capítulo não dá todos os detalhes; ao lê-lo, não devemos nos abalar caso ele omita certas particularidades que os leitores antigos nem poderiam ter entendido. Por exemplo, ao escrever esse capítulo, Moisés não falou das funções de algas e bactérias microscópicas. Essas formas de vida só chegaram ao campo da visão humana depois da invenção do microscópio, no século 16. Moisés tampouco falou especificamente dos dinossauros, cuja existência foi deduzida à base de fósseis, no século 19. Em vez disso, Moisés foi inspirado a usar palavras que pudessem ser entendidas por pessoas de seus dias — mas palavras exatas em tudo que dizia respeito à criação da Terra.


Ao ler Gênesis, capítulo 1, do versículo 3 em diante, você verá que ele está dividido em seis “dias” criativos. Há quem diga que estes eram dias literais de 24 horas, significando que o Universo inteiro e a vida na Terra foram criados em menos de uma semana! Mas é fácil descobrir que a Bíblia não ensina isso. O livro de Gênesis foi escrito em hebraico. Nesse idioma, “dia” refere-se a um espaço de tempo. Pode ser um período longo, bem como um dia de 24 horas. Mesmo em Gênesis, os seis “dias” são englobados num só período longo — ‘o dia em que Jeová fez a terra e o céu’. (Gênesis 2:4; note 2 Pedro 3:8.) Na verdade, a Bíblia revela que os “dias” (ou eras) criativos representam milhares de anos.


Pode-se ver isso pelo que a Bíblia diz sobre o sétimo “dia”. O registro de cada um dos primeiros seis “dias” termina dizendo ‘e veio a ser noitinha e veio a ser manhã, primeiro dia’, e assim por diante. No entanto, essa expressão não ocorre depois do registro do sétimo “dia”. E, no primeiro século EC, uns 4.000 anos mais adiante na corrente do tempo, a Bíblia diz que o sétimo “dia”, de descanso, ainda continuava. (Hebreus 4:4-6) Portanto, o sétimo “dia” era um período que se estenderia por milhares de anos, e podemos concluir logicamente o mesmo a respeito dos primeiros seis “dias”.


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I. O primeiro e o quarto “dia”


Pelo visto, a Terra já estava em órbita em torno do Sol e já era um globo coberto de água quando começaram os seis “dias”, ou períodos, de obras criativas especiais. “Havia escuridão sobre a superfície [do abismo aquoso].” (Gênesis 1:2) Naquele estágio primordial, alguma coisa — talvez uma mistura de vapor de água, outros gases e cinzas vulcânicas — deve ter impedido que a luz do Sol atingisse a superfície da Terra. A Bíblia descreve assim o primeiro período criativo: “Deus passou a dizer: ‘Haja luz’; e gradualmente veio à existência a luz”, ou a luz alcançou a superfície da Terra. — Gênesis 1:3, tradução de J. W. Watts.


A expressão “gradualmente veio” exprime com exatidão a forma do verbo hebraico em questão, denotando uma ação progressiva que leva tempo para se consumar. Quem lê em hebraico encontra essa forma verbal umas 40 vezes em Gênesis, capítulo 1, e isso é uma chave para entender o capítulo. O que Deus começou a fazer na figurativa noitinha de um período (ou era) criativo tornava-se progressivamente claro, ou evidente, depois da manhã daquele “dia”. Também, o que foi iniciado num período não precisava estar plenamente acabado quando começava o período seguinte. Para ilustrar, a luz surgiu gradualmente no primeiro “dia”, mas foi só no quarto período criativo que o Sol, a Lua e as estrelas puderam ser vistos. — Gênesis 1:14-19.



II. O segundo e o terceiro “dia”


Antes de fazer surgir o solo seco, no terceiro “dia” criativo, o Criador suspendeu parte das águas. Com isso, a Terra ficou envolta num manto de vapor de água. Esse registro antigo não descreve — nem precisava descrever — os mecanismos usados. Em vez disso, a Bíblia enfoca a expansão entre as águas de cima e as de superfície. Ela chama isso de “céus”. Mesmo hoje as pessoas usam esse termo para a atmosfera, onde as aves e os aviões voam. No tempo oportuno, Deus encheu esses céus atmosféricos com uma mistura de gases essenciaiscie. Ela chama isso de para a vida.


Contudo, durante os “dias” criativos a água de superfície baixou, de modo que surgiu o solo seco. Talvez usando forças geológicas que ainda hoje movem as placas da Terra, pelo visto Deus empurrou para cima as cristas oceânicas para formar continentes. Isso teria produzido o solo seco acima da superfície das águas e profundos abismos oceânicos, que os oceanógrafos agora mapeiam e estudam com grande interesse. (Note o Salmo 104:8, 9.) Depois da formação do solo seco, aconteceu outra coisa maravilhosa. Lemos: “Deus prosseguiu, dizendo: ‘Faça a terra brotar relva, vegetação que dê semente, árvores frutíferas que dêem fruto segundo as suas espécies, cuja semente esteja nele, sobre a terra.’ E assim se deu.” — Gênesis 1:11.


Conforme considerado no capítulo anterior (“O que revelam as obras?”), a fotossíntese é essencial para as plantas. Na célula de uma planta verde há numerosos corpúsculos chamados cloroplastos, que obtêm energia da luz solar. “Essas fábricas microscópicas”, explica o livro Planet Earth (Planeta Terra), “manufaturam açúcares e amidos . . . Jamais um humano projetou uma fábrica mais eficiente, ou cujos produtos tivessem maior demanda, do que um cloroplasto”.


De fato, a futura vida animal dependeria dos cloroplastos para a sobrevivência. Também, sem a vegetação verde, a atmosfera da Terra seria excessivamente rica em dióxido de carbono, e nós morreríamos de calor e de falta de oxigênio. Alguns especialistas dão explicações espantosas sobre como se desenvolveu a vida dependente da fotossíntese. Por exemplo, eles dizem que quando certos organismos unicelulares na água começaram a ficar sem alimentos, “algumas células pioneiras finalmente inventaram uma solução. Elas chegaram à fotossíntese”. Mas poderia realmente ter sido assim? A fotossíntese é tão complexa que os cientistas ainda tentam desvendar os seus mistérios. Você acha que a vida fotossintética auto-reprodutora surgiu inexplicavelmente e espontaneamente? Ou acha mais razoável crer que ela resulta de criação inteligente e propositada, conforme relata Gênesis?


O aparecimento de variedades novas de vida vegetal talvez não tenha cessado no terceiro “dia” criativo. Pode ter prosseguido até mesmo no sexto “dia”, quando o Criador “plantou um jardim no Éden” e fez “brotar do solo toda árvore de aspecto desejável e boa para alimento”. (Gênesis 2:8, 9) E, como já mencionado, a atmosfera da Terra com certeza já clareara no quarto “dia”, permitindo assim que mais luz do Sol e de outros corpos celestes atingisse o planeta Terra.

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III. O quinto e o sexto “dia”


No quinto “dia” criativo o Criador passou a encher os oceanos e os céus atmosféricos com uma nova forma de vida — “almas viventes” — distintas da vegetação. Curiosamente, os biólogos falam, entre outras coisas, de reino vegetal e de reino animal, e os dividem em subclassificações. A palavra hebraica traduzida por “alma” significa “quem (ou que) respira”. A Bíblia diz também que as “almas viventes” têm sangue. Por conseguinte, pode-se concluir que as criaturas que têm tanto um sistema respiratório como um sistema circulatório — os habitantes dos oceanos e dos céus, que respiram — começaram a aparecer no quinto período criativo. — Gênesis 1:20; 9:3, 4.


No sexto “dia” Deus deu mais atenção ao solo. Ele criou animais ‘domésticos’ e animais ‘selváticos’, que eram classificações significativas quando Moisés escreveu o relato. (Gênesis 1:24) Portanto, foi no sexto período criativo que foram formados os mamíferos terrestres. E os seres humanos?


Esse registro antigo nos informa que, por fim, o Criador decidiu produzir uma forma de vida realmente única na Terra. Ele disse ao seu Filho celestial: “Façamos o homem à nossa imagem, segundo a nossa semelhança, e tenham eles em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e os animais domésticos, e toda a terra, e todo animal movente que se move sobre a terra.” (Gênesis 1:26) De modo que o homem refletiria a imagem espiritual do Criador, exibindo as Suas qualidades. E o homem seria capaz de assimilar uma quantidade enorme de conhecimentos. Assim, os humanos poderiam agir com inteligência superior à de qualquer animal. Também, diferentemente dos animais, o homem foi feito com a capacidade de agir segundo a sua própria livre vontade, sem ser controlado basicamente por instinto.


Em anos recentes, os cientistas pesquisaram a fundo os genes humanos. Comparando os padrões genéticos humanos ao redor da Terra, eles encontraram evidências claras de que todos os humanos têm um ancestral comum, uma fonte do DNA de todas as pessoas que já viveram e de cada um de nós. Em 1988, a revista Newsweek apresentou essas descobertas numa matéria intitulada “Em busca de Adão e Eva”. Esses estudos baseavam-se num tipo de DNA mitocondrial, material genético transmitido apenas pela mulher.


Informações de 1995 acerca de pesquisas em DNA masculino apontaram para a mesma conclusão: “Houve um ancestral ‘Adão’, cujo material genético no cromossomo [Y] é comum a todo homem que hoje existe na Terra”, como disse a revista Time. Sejam exatas, ou não, em todos os detalhes, essas descobertas ilustram que o relato em Gênesis é de alta credibilidade, de autoria de Alguém que esteve presente na época.


Que clímax quando Deus reuniu alguns dos componentes do solo para formar seu primeiro filho humano, a quem chamou de Adão! (Lucas 3:38) O relato histórico diz que o Criador do globo e da vida nele colocou o homem que havia feito numa área semelhante a um jardim, “para que o cultivasse e tomasse conta dele”. (Gênesis 2:15) Nessa época, o Criador talvez ainda estivesse produzindo novos tipos de animais. A Bíblia diz: “Deus estava formando do solo todo animal selvático do campo e toda criatura voadora dos céus, e ele começou a trazê-los ao homem para ver como chamaria a cada um deles; e o que o homem chamava a cada alma vivente, este era seu nome.” (Gênesis 2:19) A Bíblia de forma alguma sugere que o primeiro homem, Adão, fosse um mero personagem de ficção. Ao contrário, ele era uma pessoa real — um ser humano de raciocínio e de sentimentos — que poderia encontrar alegria trabalhando naquele lar paradísico. A cada dia ele aprendia mais a respeito de seu Criador —Suas qualidades e personalidade — e de Suas obras.


Daí, depois de um período não-especificado, Deus criou a primeira mulher, para ser a esposa de Adão. E Deus acrescentou maior objetivo à vida deles, com esta missão significativa: “Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e tende em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e toda criatura vivente que se move na terra.” (Gênesis 1:27, 28) Nada pode mudar esse objetivo expresso do Criador, a saber, que a Terra inteira se transforme num paraíso habitado por humanos felizes, vivendo em paz entre si e com os animais.



O Universo material, incluindo o nosso planeta e a vida nele, atestam claramente a sabedoria de Deus. Portanto, Deus obviamente podia prever que, com o tempo, alguns humanos talvez preferissem agir de modo independente ou rebelde, mesmo sendo Ele o Criador e o Dador da Vida. Essa rebeldia poderia obstruir a grandiosa obra de fazer um paraíso global. O relato diz que Deus apresentou a Adão e Eva um teste simples, que os lembraria da necessidade de serem obedientes. A desobediência, disse Deus, resultaria na perda da vida que ele lhes dera. O Criador demonstrou interesse e preocupação ao alertar os nossos primeiros ancestrais contra um proceder errado que afetaria a felicidade de toda a raça humana. — Gênesis 2:16, 17.


No fim do sexto “dia”, o Criador havia feito tudo o que era necessário para cumprir o seu objetivo. Ele podia, com toda razão, dizer que tudo o que fizera era “muito bom”. (Gênesis 1:31) Nesse ponto, a Bíblia introduz outro período importante ao dizer que Deus “passou a repousar no sétimo dia de toda a sua obra que fizera”. (Gênesis 2:2) Visto que o Criador “não se cansa nem se fatiga”, por que se diz que ele repousou? (Isaías 40:28) Isso indica que ele cessou de realizar obras de criação material; além disso, ele ‘descansa’ sabendo que nada, nem mesmo uma rebelião no céu ou na Terra, pode frustrar a realização de seu grande objetivo. Deus confiantemente abençoou o sétimo “dia” criativo. Assim, as leais criaturas inteligentes de Deus — os humanos e as criaturas espirituais invisíveis — podem ter certeza de que, no fim do sétimo “dia”, a paz e a felicidade vão imperar em todo o Universo.





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Números Capítulo XXXVI

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04 - Números Capítulo : 36


1 Chegaram-se então os cabeças das casas paternas da família dos filhos de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, das famílias dos filhos de José, e falaram diante de Moisés, e diante dos príncipes, cabeças das casas paternas dos filhos de Israel,

2 e disseram: O Senhor mandou a meu senhor que por sortes repartisse a terra em herança aos filhos de Israel; e meu senhor recebeu ordem do Senhor de dar a herança do nosso irmão Zelofeade às filhas deste.

3 E, se elas se casarem com os filhos das outras tribos de Israel, então a sua herança será diminuída da herança de nossos pais, e acrescentada à herança da tribo a que vierem a pertencer; assim será tirada da sorte da nossa herança.

4 Vindo também o ano do jubileu dos filhos de Israel, a herança delas será acrescentada à herança da tribo a que pertencerem; assim a sua herança será tirada da herança da tribo de nossos pais.

5 Então Moisés falou aos filhos de Israel, segundo a palavra do Senhor, dizendo: A tribo dos filhos de José fala o que é justo.

6 Isto é o que o Senhor ordenou acerca das filhas de Zelofeade, dizendo: Casem com quem bem parecer aos seus olhos, contanto que se casem na família da tribo de seu pai.


7 Assim a herança dos filhos de Israel não passará de tribo em tribo, pois os filhos de Israel se
apegarão cada um a herança da tribo de seus pais.

8 E toda filha que possuir herança em qualquer tribo dos filhos de Israel se casará com alguém da família da tribo de seu pai, para que os filhos de Israel possuam cada um a herança de seus pais.

9 Assim nenhuma herança passará de uma tribo a outra, pois as tribos dos filhos de Israel se apegarão cada uma à sua herança.


10 Como o Senhor ordenara a Moisés, assim fizeram as filhas de Zelofeade;

11 pois Macla, Tirza, Hogla, Milca e Noa, filhas de Zelofeade, se casaram com os filhos de seus tios paternos.

12 Casaram-se nas famílias dos filhos de Manassés, filho de José; assim a sua herança permaneceu na tribo da família de seu pai.

13 São esses os mandamentos e os preceitos que o Senhor ordenou aos filhos de Israel por intermédio de Moisés nas planícies de Moabe, junto ao Jordão, na altura de Jericó.
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Números 36 - A legislação sobre Mulheres Herdeiros



O problema da herança do sexo feminino e tribal.




O fundo.



1 Chegaram-se então os cabeças das casas paternas da família dos filhos de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, das famílias dos filhos de José, e falaram diante de Moisés, e diante dos príncipes, cabeças das casas paternas dos filhos de Israel,
2 e disseram: O Senhor mandou a meu senhor que por sortes repartisse a terra em herança aos filhos de Israel; e meu senhor recebeu ordem do Senhor de dar a herança do nosso irmão Zelofeade às filhas deste.


O Senhor mandou a meu senhor Moisés para dar a terra por herança: Esta passagem é uma referência de volta para Números 27: 1-11, onde as filhas de Zelofeade foram em causa que a herança de seu pai iria desaparecer, porque não havia filhos em sua família .


Foi ordenado pelo Senhor de dar a herança do nosso irmão Zelofeade às suas filhas: Deus, através de Moisés, declarou que, se um pai não tem filhos, a herança pode então ir para as filhas.




O problema levantado pela solução em relação filhas de Zelofeade e sua emissão.



3 E, se elas se casarem com os filhos das outras tribos de Israel, então a sua herança será diminuída da herança de nossos pais, e acrescentada à herança da tribo a que vierem a pertencer; assim será tirada da sorte da nossa herança.
4 Vindo também o ano do jubileu dos filhos de Israel, a herança delas será acrescentada à herança da tribo a que pertencerem; assim a sua herança será tirada da herança da tribo de nossos pais.


Se eles são casados ​​com algum dos filhos das outras tribos dos filhos de Israel, então a sua herança será tomada: Se a terra foi dada para as filhas, em seguida, quando as filhas casadas, a terra foi a tribo de seu marido - e eventualmente, as terras da tribo original se esgotariam.


Assim, a sua herança será tirada da herança da tribo de nossos pais: Resolver o problema das filhas de Zelofeade tinha criado um outro problema - como manter a propriedade em uma tribo através das gerações. Isso ilustra um princípio importante - que existem soluções raramente perfeitos para os problemas; geralmente há respostas que são trade-offs em outras áreas. Maturidade é capaz de fazer e aceitar as decisões certas, mesmo quando eles não são perfeitos, soluções "sem custos".




A resposta de Deus para o problema da filha e da herança tribal.




Como manter a terra dentro das tribos.



5 Então Moisés falou aos filhos de Israel, segundo a palavra do Senhor, dizendo: A tribo dos filhos de José fala o que é justo.
6 Isto é o que o Senhor ordenou acerca das filhas de Zelofeade, dizendo: Casem com quem bem parecer aos seus olhos, contanto que se casem na família da tribo de seu pai.


7 Assim a herança dos filhos de Israel não passará de tribo em tribo, pois os filhos de Israel se
apegarão cada um a herança da tribo de seus pais.
8 E toda filha que possuir herança em qualquer tribo dos filhos de Israel se casará com alguém da família da tribo de seu pai, para que os filhos de Israel possuam cada um a herança de seus pais.
9 Assim nenhuma herança passará de uma tribo a outra, pois as tribos dos filhos de Israel se apegarão cada uma à sua herança.



Mas eles podem se casar apenas dentro da família da tribo de seu pai: A solução é bastante simples - se uma filha de uma família recebe uma herança de terra, ela deve se casar dentro da tribo. Uma vez que as tribos foram suficientemente grande, isso realmente não era fardo.


Cada tribo dos filhos de Israel deve manter sua própria herança: Aparentemente, se uma filha casada fora da tribo, ela teve que perder a herança - porque ela não só tem os direitos de herança, mas a tribo fez também. Seu direito individual de herança não foi o único nem a maior consideração.




Como o problema específico elaborado em conta as filhas de Zelofeade.



10 Como o Senhor ordenara a Moisés, assim fizeram as filhas de Zelofeade;
11 pois Macla, Tirza, Hogla, Milca e Noa, filhas de Zelofeade, se casaram com os filhos de seus tios paternos.
12 Casaram-se nas famílias dos filhos de Manassés, filho de José; assim a sua herança permaneceu na tribo da família de seu pai.


A sua herança permaneceu na tribo da família de seu pai: No caso deles, não só se casam dentro da tribo, mas eles se casaram com os filhos de irmãos de seu pai - seus primos. Isto, obviamente, manteve a herança de terras dentro da tribo, e até mesmo dentro da unidade familiar maior.




Conclusão do livro: By the Jordan.



13 São esses os mandamentos e os preceitos que o Senhor ordenou aos filhos de Israel por intermédio de Moisés nas planícies de Moabe, junto ao Jordão, na altura de Jericó.


Por intermédio de Moisés nas planícies de Moab, junto ao Jordão: O Livro dos Números começou no deserto Números 1: 1. Ele agora tinha terminado tão perto da Terra Prometida como você pode começar sem realmente estar lá.


Na altura de Jericó: como os filhos de Israel estava em pé em frente à cidade de Jericó, devemos considerar o que levou a levá-los do Egito para este lugar em toda a Jericó.


A partir de seu acampamento no Monte Sinai, Deus deu a Israel a oportunidade de crescer de ser um povo de escravos para serem um Promissor Povo da terra. Ele os ensinou a ser ordenada, organizada, limpa, separada, abençoado, como dar, de ser lembrado de livramento de Deus, dada a presença de Deus, e recebeu as ferramentas para avançar para a Terra Prometida.


Então, como a nação realmente partiu do Monte Sinai para a terra prometida, eles encontraram-se lutando com a carne - murmuravam, queixavam-se, e se rebelaram; acima de tudo, eles não conseguiram entrar naquilo que Deus havia estabelecido antes deles pela fé - e uma geração de incredulidade foi condenado a perecer no deserto.


Deus levou a nação para alguns 38 anos no deserto, com muito movimento, mas nenhum progresso - suportando mais rebeldia e murmuração, mas, essencialmente, esperando até a geração de incredulidade tinha morrido e uma geração disposta a confiar em Deus para grandes coisas tinha chegado à maturidade.


Então eles partiram em direção à Terra Prometida mais uma vez, e enfrentaram os mesmos desafios da carne - mas lidou com eles melhor desta vez, até que eles fizeram o seu caminho para o limiar da Terra Prometida.


Por analogia espiritual, muitos cristãos morrerão no deserto, porque eles não vão confiar em Deus, e não entrará neles o que Ele colocou diante deles. Muitos cristãos também ver a evidência de que a falta de fé em si exibição uma fraqueza para as coisas da carne. Infelizmente, muitos cristãos vivem mais no deserto do que no limiar da Terra Prometida.


Finalmente, considere o que seria necessário mover os filhos de Israel na altura de Jericó para a Terra Prometida. Ficar nas margens do rio Jordão é melhor do que estar no meio do deserto; mas não é a Terra Prometida ainda. Eles vieram até aqui pela fé, e terá fé para levá-los o resto do caminho.




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Toda Honra e Toda Glória ao Senhor,

 Nosso Deus!!!






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